“Memória do passado é herança a agradecer, a conservar e a valorizar”

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Etnia


Etnia

          A população do município de Quitandinha é composta de um variado elenco de raças, sendo a maioria de origem polonesa oriundos de diversas regiões, sendo que a maioria vinha da região da Lapa e Araucária.
          O segundo maior grupo de moradores é de origem portuguesa, vindo a maioria da região da Lapa
          O livro História do Paraná de Romário Martins, em sua página 291, faz referência à distribuição de imigrantes poloneses vindos para a Lapa e de lá eram distribuídos para diversos lugares do município, incluindo-se entre estes Ribeirão Vermelho, Mato Branco e Campestre, em 1878. É por nós conhecido grande número de poloneses existentes até hoje nessas três comunidades.
          A primeira leva de alemães que habitou nosso município veio para Doce Grande ainda no século passado. Trata-se do casal Martim e Guilhermina Meister, que desembarcando de um navio em São Francisco do sul, foram trazidos para Doce Grande em tropas de cargueiros. Ali se instalaram e se multiplicaram de maneira espantosa. Eram seus filhos: Marta, casada com Pedro Batista; Ema, casada com Eduardo Cavalheiro; Sofia, casada com João de Paula Santana; Anna, casada com Moisés Pires; Ernesto, casado com Sofia Pires e Hilda, casada com Valencio cavalheiro.
          Existem ainda em Doce Grande descendentes de escravos pertencentes à família Mandú (José Bento Mandú e Norberto Bento Mandú), e à família Honório (Francisco Honório, vulgarmente conhecido por Chico Honório, e sua esposa).
          De origem italiana poucos foram os que vieram para Quitandinha, destacando-se a família Paolini.
          De origem turca veio para Doce Grande a família Faráh, da qual existem alguns descendentes em nossa cidade.
          Surgiu em Quitandinha, pelo anos de 1960, a única família de japoneses da região de Araucária, da família Karazawa, cujo progenitor é o senhor BUNRY KARAZAWA.
          São descendentes de poloneses em Doce Grande, vindos no ano de 1900, as famílias Piontkieviz, Wielevski, Sura, Knopk, Busch e Foreski.
          Pertencem à família Brancos: Surek, Chullis, Dudeck, Elbec e Tokarski.
          Diferentes regiões do município receberam diversas famílias:
          Campina e Anta Magra: Obzut, Kérico e Skraba.
          Doce Fino: Ossovski, Tschosk e Klisievicz.
          Ribeirão Vermelho: Wosniak, Karpinski, Figura, Resner, Moll, Mankarz, Dubiela, Kogeratski, Czelusniak, Gadonski, Hitner, e Perciak.
          Rio Vermelhinho: Senn, Lechnoski e Preisler.
          Lagoa Verde: Smokovicz, Tokarski, Reaner, Denke, Lecz, Czek e Gadonski.
          São Gabriel: Rogoski e Suerzoski
          Reis: Strugala, Krezuzanosvski, Deda e Wosniak.
          Cachoeira do Ipanema: Patrczyk, Mika, Laska, Orchel, Skraba, Knopik, , Boron, Wergenski, Dudek, Mazur, Kais e Marcovicz.
          Água Clara: Liebel e Kobus.
          Campestre: Machoski, Yanoski, Wergenski, Durau, Kureki, Woicikievicz e Wantum.
          Quicé dos Alves: Paluski, Kosiski e Ossovski.
          Pangaré: Lenartovicz, Peça, Yes, Kika, Kogeratski,Zesutko e Dranka.










4 comentários:

  1. Estou indicando um post no meu blog falando sobre as origens da família Cavalheiro do Doce Grande. Acrescento que Martim Meister não foi trazido de São Francisco para Quitandinha. A sua família imigrou para Joinville, e depois Martim se estabeleceu em São Bento, onde foi escrivão. Eduardo Cavalheiro morou, pelo menos um tempo, em Piên com Emma Meister.

    http://saobentonopassado.wordpress.com/2012/07/22/a-familia-cavalheiro-e-seus-escravos/

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  2. Sou Marcio Ozires Cavalheiro, filho de José Elizeu Cavalheiro que é filho de Waldomiro Alves Cavalheiro já falecido, que foi filho de Eduardo Cavalheiro Jr., que por sua vez foi filho de Eduardo Cavalheiro e Emma, e que se refere em sua narativa, ainda hoje tenho orgulho e venho lutando para descobrir a história da família Cavalheiro .
    Seu local onde moraram no Doce Grande ainda existe, e minha avó Sofia Dreveck Cavalheiro é a legitima proprietária de lá.
    Aos poucos estou ligando as minhas raizes, hoje sei que meus primordios vieram de foram mas, passaram pela Lapa
    Gostaria de saber se meu Tataravô lutou na guerra da Lapa? e se tem algo registrado por lá.
    No Doce Grande a muita gente sepultada que poderia responder alguns espaços na história, Por exemplo a lapide de meu bissavô e bissavó.
    A casa ainda permanece em frente a igrejinha velha que tambem permanece em seu lugar de origem.
    Bem adorei saber que tem informação que possa ser util para o conhecimento de todos.
    Obrigado por por isso a publico...
    Marcio Ozires Cavalheiro
    Sua casa ainda permanece em pé, muito venha mas continua a casa original.

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  3. Estou a procura de Cristielle K. Cortes de Quitandinha PR

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  4. Custódio só tenho uma dúvida: quando vc diz que Deus é pai e não padrasto; temos que fazer um parêntese sobre a situação. Rapaz hoje tem tanto pai pilantra e quantos filhos sendo muito bem cuidados por padrastos. Deus será sempre pai, agora quanto aos padrastos devem ser respeitados, porque a maioria cria bem o filho dos outros, como se fossem seus, né?

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